Para o bem do próprio Neymar: por que bilionários do PSG devem endurecer ao máximo venda do craque para o Barcelona

Paulo Cobos
Paulo Cobos


Neymar não sabe ouvir um não (ou talvez ainda não tenha aparecido alguém que tenha dito um a ele). Pode ser o PSG, e seus bilionários donos árabes, que irão enfim fazer isso. Como não é um "clube vendedor", o time francês deve, para o bem do próprio craque brasileiro, endurecer ao máximo a negociação com o Barcelona.

Com um trunfo na mão, ao contrário da Espanha na França não existe multa rescisória, o PSG não precisa se curvas aos caprichos de Neymar e seu pai. Se o camisa 10 não aparecer para treinar desejando uma guerra em que o clube fique obrigado a vendê-lo, o time de Paris pode fazer como Rabbiot e deixá-lo afastado sem jogar.

Dinheiro não é problema para quem tem centenas de milhões de euros do Catar. Assim, o PSG também pode se dar ao luxo de só fazer negócio com o Barcelona nos termos financeiro que desejar, mesmo sabendo que Neymar não vale hoje os 222 milhões de euros que pagou ao Barcelona há apenas dois anos.

Neymar e seu pai em evento do Instituto Neymar Jr
Neymar e seu pai em evento do Instituto Neymar Jr MIGUEL SCHINCARIOL/AFP/Getty Images

Aos 27 anos, ainda é hora de Neymar aprender que não se troca de camisa com essa velocidade. E que não pode colocar seus "compromissos comerciais e institucionais" acima dos compromissos do clube que o emprega e lhe paga uma verdadeira fortuna.

Seria didático para ele que o PSG o ensinasse, pena que na marra, essas coisas.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Messi brilhar na Premier League será mais difícil que no Espanhol? Pelo Real Madrid, e outros números, não é bem assim

Paulo Cobos
Paulo Cobos

O debate já teve a largada. Muita gente começa a dizer que caso vá mesmo defender o Manchester City, o favorito para ter o argentino, Messi não terá na Premier League a mesma moleza que teve em 15 anos jogando o Campeonato Espanhol.

É evidente que na Inglaterra o campeonato é mais disputado, com um maior número de que  clubes brigando pelo título. Também é fato que o jogo tem uma intensidade diferente.

Mas são vários os números que mostram que Messi pode ter vantagens em trocar de país.

A Premier League é hoje um campeonato mais ofensivo do que o Espanhol. Isso fica claro na média de gols, o que na teoria para Messi é ótimo. Na temporada 2019/2020, o Inglês teve média de 2,72 gols por partida, contra 2,48 no Espanhol.

Lionel Messi em ação pelo Barcelon
Lionel Messi em ação pelo Barcelon Getty Images

Segundo o TruMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN, o número de chances por jogo na Premier League também é maior. Em média, cada time tem 12,4 finalizações por jogo, contra 11,3 na La Liga.

O futebol espanhol é hoje também muito mais faltoso que  o Inglês. Cada jogo realizado na terra do Barcelona tem média de 27,5 faltas por jogo, bem mais do que as 21,4 marcadas pela arbitragem no campeonato que o City joga.

O futebol espanhol em termos europeus é muito mais vitorioso. São 61 títulos na história, contra 43 dos ingleses. Hoje, dos oito clubes melhores posicionados no ranking da Uefa, são quatro espanhóis e apenas um inglês.

Por fim, ao deixar o Barcelona, Messi não terá pela frente como principal adversário o Real Madrid. E pelo tanto que já reclamou de arbitragem, ele deve achar que o Real não é só pelo futebol o adversário mais duro que um clube pode ter.

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Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Renato tem razão: seu Grêmio não é 'cavalo paraguaio'; afinal para isso é preciso liderar o Brasileiro

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Na véspera da final do primeiro jogo da decisão do Campeonato Gaúcho, Renato Gaúcho ironizou como poucos sabem fazer no futebol brasileiro. Fez isso ao rebater às críticas ao modesto começo do Grêmio no Brasileiro, com apenas uma vitória em cinco rodadas. 

"De cavalo paraguaio, estou cheio. Daqui a 10 rodadas, vamos ver quem é quem. O meu grupo vai brigar pelo título, pode escrever. Disso não tenho dúvidas. Querem criticar com quatro ou cinco rodadas, é o direito de vocês. Pela 15ª, 16ª rodada, voltamos a conversar", afirmou o treinador.

Renato Gaúcho, técnico do Grêmio
Renato Gaúcho, técnico do Grêmio Divulgação

Renato Gaúcho tem razão em dizer que seu Grêmio não é "cavalo paraguaio". Afinal, para receber essa jocosa denominação, é preciso em algum ponto liderar o Campeonato Brasileiro. E isso é algo que ele pouco sabe fazer.

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Por um misto de desprezo incompreensível pelo mais importante campeonato do país e também por incompetência, Renato só terminou na liderança uma das 130 rodadas do Brasileiro que disputou desde setembro de 2016, quando voltou ao clube.

E ainda foi uma jornada pouco significativa: a segunda da edição do já distante ano de 2016.

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Renato deveria ouvir um pouco de Zidane (que assim como ele jogou muito, e em um patamar bem acima). Ao ganhar o Espanhol desta temporada, ele colocou o título, em termos de dificuldade e satisfação, acima das três Champions que ganhou pelo Real Madrid.

Ganhar torneios copeiros como Libertadores e Copa do Brasil é gigante. Mas Renato precisa aprender que o Brasileiro é tão grande ou até maior.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Vai doer, ainda mais sendo brigado e de graça, mas o Barcelona tem a chance de renascer sem Messi

Paulo Cobos
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Rescisão unilateral e sem multa: como Messi tenta deixar o Barcelona

Nesta terça-feira, dia 25 de agosto, o futebol mundial teve sua notícia mais importante em anos. Lionel Messi, que na sua carreira profissional de mais de 15 anos só vestiu a camisa do Barcelona, anunciou que pretende deixar o clube.

E não será de forma amigável. Vai alegar que a cláusula que o permitia sair de graça  em junho ainda vale por causa da COVID-19, que levou o fim da temporada para este mês. 

Qualquer que seja o desfecho da novela, que vai colocar qualquer uma envolvendo Neymar no chinelo, será dolorido.

Messi lamenta durante jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, por LaLiga
Messi lamenta durante jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, por LaLiga David Ramos/Getty Images

O divórcio vai deixar sequelas no casamento entre um craque e um clube que parecia ser o mais sólido do futebol. Não faltarão acusações das duas partes, brigas judiciais e um rancor de ambas as partes.

O Barcelona pode ficar sem o maior jogador da sua história sem receber um mísero centavo, a ainda o ver indo para um rival. Mas não é o fim do mundo. E pode ser uma grande chance do gigante catalão renascer.

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A verdade é que o Barcelona se arrasta, com resultados medíocres na Europa e futebol comum, nos últimos anos com Messi. 

Claro que não foi pela  de talento do argentino, que mesmo já estar fora dos melhores anos da sua carreira segue sendo um fenômeno. Mas o Barcelona gasta milhões para contratar jogadores que ao lado de Messi nem de perto lembram o que já jogaram.

Messi não foi o líder que o clube precisava depois das saídas de Xavi e Iniesta. Acumulou birras infantis com treinadores. Tudo isso sobre o olhar da mais incompetente diretoria de um clube gigante europeu.

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Chegou a hora de se separar. O Barcelona precisa urgentemente se reconstruir. E isso não aconteceria em só uma temporada. Não seria justo com o próprio Messi. Com poucos anos de carreira, ele precisa  jogar em um clube pronto para ganhar agora.

Que cada um siga seu caminho.

Fonte: Paulo Cobos

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Ensinar garotos a driblar e bater faltas: uma sugestão para Ronaldinho abandonar escândalos e 'se comportar'

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Depois de seis meses, Ronaldinho Gaúcho não é mais prisioneiro no Paraguai. Na sessão judicial em que foi liberado para voltar ao Brasil, prometeu "se comportar". Quem sou eu para aconselhar. Mas pelo menos vou dar uma sugestão para o melhor do mundo mais legal que já apareceu dar a volta por cima.

Não dá para abandonar eventos em que ele fatura milhões. Não que lhe falte dinheiro, mas é óbvio que alguém com padrão de vida tão elevado não pode deixar de seguir acumulando reais para pagar suas contas.

Mas dá para fazer isso de um jeito mais racional, sem a sede desmedida que o faz acumular escândalos nos últimos anos. E não adianta dizer que a culpa é toda do "irmão vilão".

E aqui entra a minha sugestão para Ronaldinho fazer algo que imagino que lhe possa dar prazer e mudar sua imagem mais do que arranhada.

Ronaldinho Gaúcho na sala de audiência no Palácio de Justiça em Assunção
Ronaldinho Gaúcho na sala de audiência no Palácio de Justiça em Assunção EFE

Li no relato dos colegas do ESPN.com.br que o duas vezes melhor do mundo pensa em mudar para a Barcelona. Mas como seria bom se Ronaldinho ficasse no Brasil, seja em Porto Alegre ou no Rio, para ensinar o que fazia com maestria a garotos de categorias de base.

Não dá para imaginar que ele seja treinador. Mas que tal ensinar garotos a driblar? E não só apenas para fazer malabarismo. Nos melhores tempos de Barcelona, o drible era só um atalho para Ronaldinho marcar gols.

Tanto na seleção brasileira quanto em grandes clubes, como o Flamengo, se conta em anos a última vez que aconteceu um gol em cobranças de falta. Nada mal Ronaldinho gastar uma hora de seu dia para mostrar como se bate na bola para meninos.

Ronaldinho prometeu "se comportar". Tomara que também prometa fazer as pessoas novamente sorrirem com ele.

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Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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'Os Neymarzetes vão ficar tristes'; poderiam estar felizes, mas nada disso faz sentido

Paulo Cobos
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Imagino que nunca um jogo de futebol europeu teve tanta audiência no Brasil como a final da Champions League, neste domingo, entre Bayern e PSG. Nos últimos minutos da vitória dos alemães, minhas duas filhas me acompanharam.

Quando o jogo acabou, a mais velha, nada fã do futebol, disse: "Os Neymarzetes vão ficar tristes".

O Bayern não atropelou o PSG como fez contra outro rivais. Foi, claro, melhor. Mas não seria absurdo uma vitória dos franceses. E Neymar falhou nas poucas chances que teve. Mas poderia ter sim decidido o jogo. E aí minha filha provavelmente diria: "Os Neymarzetes vão ficar felizes".

Neymar ficou sem o título da Champions League em 2019-20
Neymar ficou sem o título da Champions League em 2019-20 Getty Images

O que ela disse ou poderia ter dito se a história tivesse sido diferente me faz pensar no que Neymar desperta até em pessoas que não tem o futebol como o passatempo preferido, e com certeza o que é mais forte entre quem é louco pelo esporte mais popular do planeta.

Neymar nunca foi tão adulto como nesta Champions. Longe de ser um "Neymarzete", disse que torceria por ele neste Champions antes do mata-mata em Lisboa começar. Por nunca ele ter merecido tanto o título como agora.

Se foi capaz de mudar seu comportamento dentro de campo, Neymar também pode acabar com esse amor e ódio tão tolo que o acompanha. Quando ganham ou perdem, Cristiano Ronaldo e Messi não despertam a mesma euforia ou desprezo. É o que ele deve buscar. Ser avaliado apenas pelo que faz em campo, não por sua vida fora de campo.

Que em 2021 Neymar ganhe a Champions, seja pelo PSG ou pelo Barcelona.  Mas que não exista mais essa divisão entre "Neymarzetes" e quem não o suporta.

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Torcida real e virtual e Flamengo: por que Vasco é o gigante adormecido com mais chances de acordar

Paulo Cobos
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O Vasco completa 122 anos nesta sexta-feira com uma alegria que não conhecia há muito tempo. Com mais um gol do artilheiro Cano, o clube venceu o Ceará, manteve os 100% de aproveitamento no Brasileiro e agora lidera a competição, o que não acontecia desde 2012.

Uma sensação doce para um time tão vitorioso, mas mergulhado em dívidas e atrasos de salários. E que pode ser um aperitivo para um gigante com chances de despertar por dois principais motivos.

O primeiro é um patrimônio que vale ouro. O Vasco tem uma torcida grande, atuante, nacional e disposta a gastar para ajudar o clube. Combinação rara.

Em julho, o clube de São Januário era a agremiação brasileira com mais sócios-torcedores, cenário que deve seguir o mesmo. O Vasco tem hoje 117.291 associados. Muito mais do que os 88.772 do Flamengo. Nos dois casos, essa era a situação em tempo real na manhã do dia do seu aniversário.

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Se tamanho em redes sociais pode significar dinheiro no caixa, o Vasco também está em boa situação. Segundo levantamento mensal do Ibope Repucom, o clube é o sétimo com mais seguidores nas principais redes.

São 7,6 milhões, o tanto que Fluminense e Botafogo juntos têm e mais do que times como Atlético-MG, Cruzeiro e Inter.

Mesmo com anos longe de títulos importantes e times medíocres, o Vasco manteve seu prestígio fora do Rio. Na última pesquisa nacional do Datafolha sobre torcidas, de 2019, o Vasco era o time de 8% dos moradores do Norte e de 5% no Nordeste, números acima da sua marca geral de 4%.

O segundo motivo da chance real do Vasco dar a volta por cima pode até parecer irônico, mas é real.

Germán Cano comemora seu gol pelo Vasco sobre o Ceará
Germán Cano comemora seu gol pelo Vasco sobre o Ceará Vasco

O sucesso do Flamengo, seu maior rival, pode ser uma grande oportunidade. O trabalho feito na Gávea primeiro pode servir de exemplo para São Januário. E são vários os casos recentes no mundo de clubes que cresceram recentemente mesmo sendo de cidades com um time de força maior.

Foi assim que aconteceu com o Atlético em Madri, com o City em Manchester e com o Everton em Liverpool.

E nenhum desses três tinha uma torcida do tamanho do Vasco e a mesma galeria de títulos.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Não é só por domingo: Neymar trocar Mbappé por Messi seria burrice

Paulo Cobos
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Dinheiro, prêmios individuais e títulos. Se Neymar gosta disso, e ninguém tem dúvida que ele ama os três da mesma forma, trocar o PSG e sua parceria com Mbappé para voltar aos braços de Messi no Barcelona seria uma imensa burrice.

Fazer dupla com Mbappé só tem vantagens. O garoto de 21 já conquistou Copa do Mundo, mas ganha metade do salário de Neymar (36 milhões de euros contra 18 milhões). 

 Como relatou nesta semana o jornal francês "Le Parisien", Mbappé não se importa em ser o coadjuvante do brasileiro. E declara publicamente que torce por Neymar ser eleito o melhor do mundo e que trabalha para isso.

Com sua idade, o francês é parceiro para Neymar ganhar não só uma Champions, mas várias. Os dois têm contrato com o PSG até 2022, e Mbappé recentemente disse que se vê por muito tempo no clube do seu país.

Não vai faltar dinheiro para o PSG oferecer um novo contrato ainda mais lucrativo para os dois estenderem a parceria.


Agora imagine Neymar deixando se seduzir pelo Barcelona e reatar a  dupla com Messi.

Esqueça o status de ter o melhor salário do time. Enquanto jogar na Catalunha, o argentino será sempre o mais pago. É bom Neymar se lembrar da sua épica atuação no mata-mata da Champions contra o PSG em 2017, quando arrebentou, mas quem estava nas capas dos jornais espanhóis era Messi, 

Aumentar sua artilharia cobrando pênaltis? Também é melhor esquecer. No Barcelona, o principal goleador tem que ser Messi, e ele decide tudo, incluindo quem bate pênaltis e faltas.

Mas o mais importante vem agora.  Messi tem contrato com o Barcelona apenas até 2021. Com a bagunça que virou o clube, hoje é um risco dizer que ele tem um projeto de  longo prazo lá.

E não há como fugir do mais delicado. Aos 33 anos, o melhor de Messi vai ficando para trás. O de Mbappé está só começando.

Neymar e Mbappé, em treino do PSG
Neymar e Mbappé, em treino do PSG Getty


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Alexandre Pato não cresceu, e seu enorme talento produziu uma carreira medíocre

Paulo Cobos
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"Em um grupo de jovens, ele parece uma criança". Não sei se foi exatamente com essas palavras. Mas o sentido era esse. Nunca vou esquecer a frase que um membro da comissão técnica de Dunga me disse após a participação do Brasil na Olimpíada de Pequim, em 2008.

Ele se referia a Alexandre Pato. Após um início de carreira em que parecia um super craque, e já com fama no Milan, ele começou a Olimpíada dividindo os holofotes com Ronaldinho Gaúcho. Mas foi murchando e acabou no banco na campanha em que a seleção ficou apenas com a medalha de bronze.

Dunga se decepcionou com Pato, assim como, aposto, a maioria de seus treinadores.

Alexandre Pato no embarque do São Paulo para o jogo contra o Vasco
Alexandre Pato no embarque do São Paulo para o jogo contra o Vasco São Paulo

 Não importa o tempo da sua carreira, a idade. Ele sempre demonstrou falta de maturidade. Mais do que comprometimento (a acusação que mais recebe), o atacante nunca pareceu fazer parte de um grupo profissional por seu comportamento infantil.

E o preço de nunca ter crescido foi alto. Alexandre Pato ganhou muito dinheiro na carreira. E isso é justo, afinal isso foi combinado em contratos. Mas produziu uma carreira medíocre para alguém com seu talento. 

 O principal não é sua baixa média de gols para um atacante: 0,40 por jogo. Quase sempre ele jogou em times grandes, mas seu currículo de taças é bem modesto. Em quase 15 anos de carreira, Pato foi campeão de clubes seis vezes, a última delas no distante 2013, quando já era reserva do Corinthians na conquista da Recopa Sul-Americana.

Última opção, reserva de Pablo e 'decepção': entenda a situação de Alexandre Pato no São Paulo

Poucos títulos e a maioria de expressão menor. Campeão nacional ele foi apenas uma vez: pelo Milan, em 2011. Também pode se orgulhar do Mundial de clubes de 2006, pelo Inter contra o Barcelona.

De resto, competições de um ou dois jogos, como outra Recopa Sul-Americana e uma Supercopa da Itália. E um Campeonato Paulista, também como coadjuvante.

Alexandre Pato é jovem ainda para o futebol. Tem apenas 30 anos. Dá tempo de crescer.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Alexandre Pato não cresceu, e seu enorme talento produziu uma carreira medíocre

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O Brasil não aprendeu levando 7; que o Barcelona não faça o mesmo com os 8 que tomou do Bayern

Paulo Cobos
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Em 2014, quando levou 7 gols da Alemanha nas semifinais da Copa do Mundo, a seleção brasileira viveu seu maior vexame. Muita gente viu algo positivo no massacre: era a chance do futebol mais vitorioso do mundo rever seus conceitos ultrapassados.

Seis anos depois, pouca coisa mudou. O futebol que se joga no Brasil parece parado no tempo. A seleção de Tite não assusta. A administração da modalidade no país segue atrasada. A distância para a  Europa só parece aumentar.

Nesta sexta-feira (14), outra potência do futebol mundial passou a maior vergonha da sua centenária e gloriosa história. Como se fosse um time de terceira categoria, o Barcelona foi massacrado, também por um time alemão.

Lionel Messi lamenta durante derrota do Barcelona para o Bayern de Munique
Lionel Messi lamenta durante derrota do Barcelona para o Bayern de Munique Getty Images

O time catalão levou um 8 a 2 do Bayern de Munique nas quartas de final da Champions League. E, como o Brasil na Copa de 2014, pelo menos tem a chance de rever o que aconteceu nos últimos anos, quando errou em praticamente tudo.

Perdido na sua soberba que 'só ele é mais que um clube', o Barcelona, sem meias palavras, é uma zona.

Cartolas que se matam pelo poder. Escândalos seguidos. Um clube que gasta uma montanha de dinheiro em salários para resultados pífios. Uma troca constante de treinadores, e todos eles escolhidos de forma errada (como se qualquer um que chegasse lá fosse resolver apenas pelo charme que já não existe mais).

Contratações feitas sem critério. Um elenco caro, mas que muitas vezes nem tem gente para colocar no banco de reservas. E até nas suas categorias de base, antes invejadas, tudo parece errado, com seguidas promessas saindo do clube.

E ainda tem Messi. O Barcelona não sabe mais como se relacionar com o maior jogador do mundo. 

Que não repita a mesma chance perdida do Brasil.

Bayern de Munique 'destrói' Barcelona com 8 gols e está na semifinal da Champions League; assista abaixo


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Futebol é muito mais do que beleza: fica, Simeone

Paulo Cobos
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Para muitos, futebol se mede  apenas por títulos. Bobagem. Para outros, o que vale é a beleza do jogo. Importante, mas não é tudo.

Pelas duas réguas mais comuns para avaliar o esporte mais popular do planeta, Diego Simeone está longe de ser um sucesso nos quase dez anos que comanda o Atlético de Madrid. Em termos de taças, ganhou o Espanhol uma única vez, e isso em 2014. Nos últimos 5 anos, foi campeão só duas vezes: a Liga Europa e a Supercopa da Europa, em 2018.

Em termos de qualidade de jogo, ainda é mais difícil defendê-lo. A eliminação para o nada poderoso RB Leipzig nesta quinta-feira, pelas quartas de final da Champions, foi uma exibição com pobreza de jogo, falta de ambição e covardia. Isso com um elenco cada vez mais poderoso e milionário. 

Seria fácil pedir a cabeça de Simeone, como grande parte da imprensa espanhola pede. 

Mas futebol não é só títulos. Futebol não é só jogo bonito.

Diego Simeone durante partida do Atlético de Madrid na Champions League
Diego Simeone durante partida do Atlético de Madrid na Champions League Getty Images

Simeone tem que ficar. E aposto que a maioria dos torcedores do Atlético de Madrid (meu time fora do Brasil por fortes laços familiares) pensa como eu.  Futebol também é orgulho. Futebol também é luta. Futebol é se deliciar com um treinador que tirou seu clube do ostracismo e o fez olhar para o Real Madrid, o maior time do planeta, como rival, e não como um vizinho rico a invejar.

Foi com o argentino e seu terno inteiro preto que o Atlético chegou em duas finais de Champions. Foi com ele que o time chegou a ficar na vice-liderança do ranking da Uefa. Pode parecer bobagem, mas antes dele era aquele 13º lugar medíocre no Espanhol

Com o Cholo, o Atlético inaugurou um dos mais belos estádios do mundo. Entrou na lista dos 20 times mais ricos do planeta. Claro que não foi apenas por sua causa, mas é evidente que o  sucesso do clube com ele ajudou.

Fica, Simeone. Mas na próxima temporada só manda o time atacar pelo menos um pouquinho a mais.

RB Leipzig derruba Atlético de Madrid de Simeone e enfrenta PSG na semifinal da Champions


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Ganhar a Champions é o que importa? Então é melhor Cristiano Ronaldo deixar a Juventus

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Cristiano Ronaldo não parece 100% feliz na Juventus. Após ganhar um Campeonato Italiano no sufoco e a eliminação diante do mediano Lyon na Champions, começam a pipocar boatos  que atestam o desgaste.

Nesta quinta-feira, surgiu a informação na BBC que o agente do português o teria oferecido  ao Barcelona, o que foi negado depois pelo entorno do astro ao jornal As.

Difícil acreditar que Ronaldo um dia irá jogar ao lado de Messi no Barcelona. Não combinaria. Assim como não combina jogar na Juventus caso ele tenha como principal meta na carreira ganhar a Champions.

O que com certeza é o objetivo do argentino e de Neymar, com quem o português divide o patamar mais alto do estrelato do futebol. E os dois sul-americanos parecem empregados em clubes com mais chances de ganhar o torneio europeu.

Primeiro vamos às estatísticas. Sobrando na Itália, a Juventus tem um elenco que não está entre os mais valorizados da Europa. Segundo o site Transfermarkt, especializado no assunto, o plantel do clube italiano é apenas o décimo mais caro desta edição da Champions.

Valem mais, além dos gigantes de sempre, até elencos de clubes de tamanho menor, como o Atlético de Madrid e o Tottenham.

Cristiano Ronaldo marcou duas vezes, mas não conseguiu impedir queda da Juventus para o Lyon
Cristiano Ronaldo marcou duas vezes, mas não conseguiu impedir queda da Juventus para o Lyon Getty Images

Os algoritmos também não botam fé alguma na Juventus campeão da Europa. Antes da volta da competição após a parada pela pandemia da Covid-19, o FiveThirtyEight, site que projeta probabilidades em assuntos como política e também no futebol, colocava a Juventus com só 1% de chance de ganhar a competição, atrás até da Atalanta, que tinha 5%.

E vamos ao que importa: o campo. A Juventus não ganha a Champions desde 1996. E nos últimos anos mostra que falta fôlego no momento decisivo, como aconteceu quando foi triturada na final pelo Barcelona, em 2015, e pelo Real Madrid, em 2017.

Nas duas temporadas com Cristiano Ronaldo a coisa piorou. Antes da queda para o Lyon agora, a Juventus havia caído nas quartas de final contra o Ajax, de imensa tradição, mas elenco hoje nada especial.

Com 35 anos, Cristiano Ronaldo não pode esperar a Juventus mudar e ser candidata real a ganhar a Champions.




Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Não há como negar: Leila x Paulo Nobre seria a maior eleição de presidente de um clube da história

Paulo Cobos
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Eleições para presidente de clubes de futebol são uma chatice. Quase sempre elas têm poucos eleitores (alguns milhares de sócios ou centenas de conselheiros). No máximo um nome conhecido de muita gente. Candidatos de pouca intimidade com os holofotes. Carisma quase zero.

Mas, em 2021, o Palmeiras tem a chance de ser o palco da mais espetacular escolha de um cartola entre os grandes clubes brasileiros da história.

Leila Pereira x Paulo Nobre seria o embate de todos os embates. A primeira não esconde ninguém os planos de assumir o clube que patrocina com milhões há quase seis anos. O segundo, que emprestou do próprio bolso milhões para sanear o Palmeiras, diz não ter interesse em voltar ao cargo, mas segue agindo nos bastidores e tem capital político de sobra para se candidatar.

Que duelo seria esse.

Primeiro pelo que Leila e Nobre têm em comum. Ambos são milionários que não hesitaram em usar a fortuna no clube. Os dois têm personalidade forte, não pensando duas vezes em atacar adversários.

Vaidosos, adoram bradar o que fizeram pelo clube. E também se encantam com a popularidade que conseguiram no Palmeiras. Seriam horas e horas em programas de TV e centenas de matérias em jornais e sites sobre essa comparações entre os dois.

Também seria delicioso ver como seria o debate Leila x Nobre em questões em que estão em campos opostos. A dona da Crefisa tem proximidade com a principal organizada do Palmeiras, patrocinando seu Carnaval. Nobre tem relação conturbada com a Mancha, com quem rompeu oficialmente.

Leila se dá bem com a WTorre, que administra o Allianz Parque. O ex-presidente vive uma casamento para lá de conturbado com a empresa. E, se levassem as farpas que lançaram nos últimos anos em direção ao outro em debates públicos antes da eleição, o programa, com dois bons oradores, seria espetacular.

Se pudesse, pediria ao Datafolha e ao Ibope uma pesquisa com os palmeirenses de todo o Brasil para saber quem estaria na frente hoje.

Imperdível.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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A Champions do dinheiro novo: como PSG, City e Atlético foram da 2ª divisão da grana ao clube dos ricaços

Paulo Cobos
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Se você não simpatiza com clubes que enriquecem em um piscar de olhos, a chance de você torcer para Bayern ou  Barcelona é grande na Champions League que inicia sua reta final nesta quarta-feira, em Lisboa.

Os dois são os únicos times que ainda restam na competição que já a ganharam. Os gigantes irão se enfrentar nas quartas de final. E o sobrevivente tem uma chance considerável de ter como concorrentes nas semifinais três novos ricos do futebol mundial.

Há menos de 20 anos, Atlético de Madrid, Manchester City e PSG nem sonhavam com o cenário atual em que podem torrar centenas de milhões de euros em reforços.

Na temporada 2004/2005, a mais antiga que a consultoria Deloitte divulga os dados completos de seu levantamento anual sobre as finanças dos clubes europeus, Atlético e PSG não apareciam nem entre os 25 times mais ricos da Europa. O City estava na lista, mas na modesta 17ª posição.

Naquele momento, o estudo já tinha nove edições. City e PSG somavam só duas aparições na lista dos 25 mais ricos. O Atlético, apenas uma.

Neymar conquista da Copa da França pelo PSG
Neymar conquista da Copa da França pelo PSG Getty Images

Pule 15 anos para o levantamento divulgado em 2020 (com dados das receitas da temporada 2018/2019). O PSG é agora o 5º clube mais rico do planeta, com receitas de 636 milhões de euros.

 O City vem logo atrás, em sexto, com 611 milhões de euros, ou 73% do faturamento do Barcelona, hoje o time mais rico. Há 15 anos, o clube de Manchester faturou 90 milhões de euros, ou um terço do que amealhou na época o Real Madrid, então o líder do ranking.

Um pouco mais atrás, o Atlético caminha para ser candidato a top 10. No levantamento de 2020, já aparece no 13º lugar, faturando 368 milhões de euros,

Diego Simeone, técnico do Atlético de Madrid
Diego Simeone, técnico do Atlético de Madrid Denis Doyle/Getty Images

City e PSG enriqueceram com a injeção bilionária de seus donos árabes, em processo que levanta muitas dúvidas se ferem as regras do fair play financeiro. O Atlético melhorou suas finanças de uma forma mais tradicional, com a mudança da distribuição do dinheiro da TV na Espanha e os bons resultados na Champions. Mas também já teve o aporte de um patrocínio polêmico: o do governo do Azerbaijão.

Eu admito: tenho ressalvas a clubes que pulam etapas para enriquecer


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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A Champions do dinheiro novo: como PSG, City e Atlético foram da 2ª divisão da grana ao clube dos ricaços

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O Brasileiro da Covid-19 pode acabar, mas campeão e rebaixados terão um asterisco gigante

Paulo Cobos
Paulo Cobos

A primeira rodada foi um pequeno aperitivo do caos. Em um país de dimensões continentais e com diferença enorme de recursos entre os clubes, fazer um campeonato como o Brasileiro durante a pandemia da Covid-19 é uma temeridade.

Com nove jogadores infectados com o vírus que já matou mais de 100 mil pessoas no país, o Goiás teve seu jogo contra o São Paulo suspenso apenas minutos antes da bola rolar. E deve ter um time esfacelado na próxima rodada, contra o Athletico Paranaense. 

O blog não vai discutir protocolos, exames e o esforço de cada clube para enfrentar a pandemia e manter o futebol. Mas existe uma discussão esportiva que vai colocar um enorme asterisco no nome do campeão e dos rebaixados para a Série B no Brasileiro de 2020.

Por que será muito difícil evitar situações como a que o Goiás vive hoje. 

Serão frequentes jogos em que clubes irão sem vários de seus jogadores. E isso vai causar uma distorção clara. Imagine enfrentar o Goiás com um time cheio de garotos. E seu rival na disputa pelo título um mês depois pegue o mesmo Goiás com seu time completo.


Goiás x São Paulo foi adiado pelo Brasileiro
Goiás x São Paulo foi adiado pelo Brasileiro Gazeta Press


E isso se repete na briga por vagas na Libertadores e evitar o rebaixamento.

Existe ainda a chance do calendário virar uma bagunça. São poucas datas. Se um time tiver dois ou três jogos cancelados a chance de ele ter que jogar três vezes em uma semana é grande, com um desgaste físico gigante. Isso será outra desvantagem clara em relação a quem tiver a sorte de ter sua agenda mantida.

 O Brasileiro de 2020 pode acabar. Mas a chance de ele ser injusto é muito maior. 



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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O Brasileiro da Covid-19 pode acabar, mas campeão e rebaixados terão um asterisco gigante

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Palmeiras fez um favor ao futebol batendo Corinthians; agora, precisa um para si próprio

Paulo Cobos
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O Corinthians não foi o primeiro tetracampeão paulista profissional. O Palmeiras quebrou a série do maior rival. Faz assim um favor ao futebol.

Permitir o tetra do adversário seria perpetuar a mediocridade dos grandes rivais corintianos.  E a taça deste sábado evitou três perguntas que seriam obrigatórias se a equipe de Tiago Nunes fosse a vencedora: 

Como times grandes podem virar fregueses de um clube que acumula prejuízos milionários? Como justificar que elencos caros e cheios de medalhões, de Palmeiras e São Paulo, não consigam ganhar uma competição de nível cada vez mais baixo? Como não encontrar caminhos para superar uma equipe que baseia seu futebol basicamente em se defender?

O Palmeiras mostrou que não se pode ganhar tanto com um futebol tão pobre como o praticado há anos no Parque São Jorge.

Seria uma história perfeita para os lados do Allianz Parque se o time de Luxemburgo não tivesse praticado um jogo tão precário e medroso como com o que o Corinthians empilhou títulos nesta década.

Será um erro que vai ser pago com juros em algum momento se o Palmeiras acreditar que o caminho para ser campeão é o que mostrou neste Paulista.

Opção ainda mais injustificada levando em consideração o quanto o clube e sua patrocinadora investiram nos últimos anos, e com a brilhante geração de garotos que tem agora.

O Palmeiras fez um favor ao futebol. Que agora se apresse e faça um para si próprio e jogue o que não jogou em 2020.

Luiz Adriano comemora gol marcado pelo Palmeiras diante do Corinthians
Luiz Adriano comemora gol marcado pelo Palmeiras diante do Corinthians Cesar Greco/Palmeiras

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Palmeiras fez um favor ao futebol batendo Corinthians; agora, precisa um para si próprio

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Agora ele merece: na Champions, pela 1ª vez vou torcer de verdade para Neymar ser campeão

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Nunca, desde 2011, tive dúvidas do talento gigante de Neymar. Ele é o maior jogador brasileiro da última década e só tem menos categoria do que Messi e Cristiano Ronaldo hoje. Mas não sou santista, não tenho simpatia alguma pelo  Barcelona e há muito tempo virei um cético com a seleção brasileira. E com seu comportamento nada bacana, ele não ajudou a me fazer torcer para que fosse campeão.

Mas na Champions, que volta nesta sexta-feira, isso mudou. Pela 1ª vez, vou ficar na frente da televisão torcendo para que Neymar seja campeão. E brilhando tanto a ponto que ninguém ouse dizer que ele não será o melhor do mundo de 2020.

E isso por que agora Neymar merece. 

Neymar conquista da Copa da França pelo PSG
Neymar conquista da Copa da França pelo PSG Getty Images

Dentro de campo, mesmo com a temporada abalada pela pandemia, ele continuou brilhando. Em 24 jogos oficiais pelo PSG, marcou 19 gols e ainda deu o passe para outros 9. Somando os gols próprios e assistências, ele tem uma média de rede balançando maior do que os jogos entre Corinthians x Palmeiras nos últimos anos.

A cabeça ficou mais fria. Nesta temporada ele foi expulso só uma vez e tem média de um amarelo a cada quatro jogos. Provocações gratuitas e revides de entradas violentas de rivais ficaram raros.

Só que foi pelo que fez fora de campo no PSG que Neymar terá agora minha torcida. Demorou, mas aos 28 anos enfim ele foi maduro, líder, baita cara de vestiário.

A temporada começou com a vontade frustrada de voltar para o Barcelona, a torcida do PSG enfurecida com ele  e desavenças com Leonardo. Parecia um ambiente impossível de sobreviver. Mas ele falou pouco, entrou em campo e brilhou.

Agora, tem relação correta e profissional com Leonardo. Assim como com o técnico Thomas Tuchel, com quem antes tinha uma tensa convivência. E duvido que algum torcedor do PSG de bom senso quer sua saída. 

Quando a bola parou, Neymar passou a quarentena no Brasil. Mas voltou para a França em plena forma, prova que cuidou do corpo.

Mas o mais bacana de Neymar foi ver como ele conquistou de vez o vestiário do PSG e virou um líder mesmo sem a tarja de capitão. Nada de ciúmes com Mbappé. Respeito ao veterano Thiago Silva. Admiração dos muitos jovens que tem o elenco do clube. Reuniões organizadas que também tiveram festa, mas que uniram o PSG como  nunca esteve nessa era bilionária na busca pela sonhada Champions.

Arrebenta, Neymar. Que agora você merece muito.

Neymar e a Champions League: do brilho no Barcelona às frustrações no PSG

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Agora ele merece: na Champions, pela 1ª vez vou torcer de verdade para Neymar ser campeão

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Luxa, Tiago, Diniz, Jesualdo: o medíocre Campeonato Paulista que nenhum técnico de grande merece ganhar

Paulo Cobos
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Mauro diz que Corinthians e Palmeiras fizeram esforço para que as pessoas não gostem de futebol: 'Horroroso, péssimo, pífio'


O Campeonato Paulista de 2020 vai terminar neste sábado com algo raro. Seja quem for o campeão, Corinthians ou Palmeiras, a competição vai acabar com uma injustiça. Não adianta procurar desculpa. Mas o fato é que nenhum treinador dos quatro grandes merece ganhar o título.

Em um torneio já de baixo nível técnico, Vanderlei Luxemburgo, Tiago Nunes, Fernando Diniz e Jesualdo Ferreira fizeram trabalhos medíocres. 

Nenhum grande conseguiu chegar perto da média de dois gols marcados por jogo. Dois deles (Santos e São Paulo) sofreram mais do um gol por partida.  Todos os grandes tiveram uma primeira fase em que brigaram na classificação com times de orçamento minúsculo. O Corinthians se classificou na bacia das almas.

Mas não são só números que fazem o trabalho dos quatros abaixo da média.

Jesualdo ainda pode dizer que viu o Santos se desmanchar durante a parada da COVID-19. Mas em nenhum momento antes disso seu time fez algo para se animar, com um futebol covarde. Ele chegou com a esperança de ser um novo Jorge Jesus. E acabou demitido.

Fernando Diniz mais uma vez foi fogo de palha. Fez até alguns são-paulinos se empolgarem. Mas montou um time com uma defesa que era uma peneira, sofrendo três gols do catadão do Mirassol. Não perdeu o emprego como Jesualdo, mas começa o Brasileiro pressionado e sob dúvida como nunca.

Vanderlei Luxemburgo discute com Tiago Nunes durante Corinthians x Palmeiras
Vanderlei Luxemburgo discute com Tiago Nunes durante Corinthians x Palmeiras Cesar Greco/Ag Palmeiras

Tiago Nunes e Luxemburgo. Um dos dois será campeão. Mas não podem nunca ganhar o prêmio de técnico do ano.

O que Corinthians e Palmeiras fizeram no primeiro jogo da decisão foi uma ofensa. Um jogo sem gols, com raras chances, chutões, medo de perder, esquemas ultrapassados, substituições que trocaram seis por meia dúzia.

E não digam que comandam times frágeis. Corinthians e Palmeiras, assim como o São Paulo, estão entre os clubes que mais gastam no Brasil. E o dinheiro, em termos de qualidade, foi jogado no lixo neste Paulista.

Fonte: Paulo Cobos

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Tostão ensina, números provam: veja por que Ederson não é o 'novo Paulinho' na hora de fazer gols

Paulo Cobos
Paulo Cobos

 

Nada como o olhar mais sofisticado da imprensa brasileira para perceber que Éderson, o destaque da reação do Corinthians no Campeonato Paulista, não é como Paulinho, que brilhou no Parque São Jorge, na hora de fazer gols.

Vejam o trecho da coluna de Tostão, que raramente apela às estatísticas para suas análises, nesta quarta-feira na "Folha de S. Paulo":

"A comparação entre Éderson e Paulinho é apenas por causa do número de gols marcados pelo jovem jogador. Os gols de Éderson tem sido de finalizações de fora da área, enquanto os de Paulinho são quase sempre de dentro da área".

Na mosca. O blog foi consultar o TruMedia, a ferramente de estatísticas da ESPN, como Paulinho marcou seus gols. Na lista, estão 41 vezes que ele balançou as redes desde 2013, por Corinthians, seleção brasileira, Barcelona e no futebol chinês.

Mapa dos gols de Paulinho na carreira, quase todos dentro da área
Mapa dos gols de Paulinho na carreira, quase todos dentro da área ESPN/Trumedia

Dos 41 gols, apenas quatro foram marcados de fora da área, ou menos de 10% do total. Veja na ilustração que grande partes dos gols do volante foi anotado em finalizações na pequena área.

Bem diferente de Éderson, que também mostra faro de gol, mas sem ser o homem surpresa que aparece na área como se fosse um centroavante.

Mapa dos gols de Ederson (por Cruzeiro e Corinthians)
Mapa dos gols de Ederson (por Cruzeiro e Corinthians) ESPN/Trumedia

Com uma carreira ainda no início, o volante tem apenas cinco gols computados no TruMedia: três pelo Corinthians e dois pelo Cruzeiro. E nada menos do que quatro deles, ou 80%, foram em chutes de fora da área.

Tostão pode não ser um amante das estatísticas, mas vê futebol como ninguém. Deveria ser leitura obrigatória.




Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Nunca vai haver outro melhor e mais caro goleiro do mundo como Casillas

Paulo Cobos
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Nesta terça-feira, Iker Casillas tornou oficial sua aposentadoria. Multicampeão com a  seleção espanhola e com o Real Madrid, ele já foi o mais caro e melhor goleiro do mundo ao mesmo tempo. 

Iker Casillas, lenda do Real Madrid e da Espanha, se aposenta dos gramados
Iker Casillas, lenda do Real Madrid e da Espanha, se aposenta dos gramados David Ramos/Getty Images

Entre 2008 e 2012, ele foi eleito o craque da posição em eleição feita pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol. Naquela época, era o prêmio mais importante da posição.

Segundo o site Transfermarkt, especializado em valor de mercado de clubes e jogadores, Casillas era o goleiro mais caro do mundo em 2010, quando ganhou a Copa do Mundo pela Espanha. Naquela temporada, ainda no Real Madrid, era avaliado em 35 milhões de euros.

Iker Casillas comemora o título mundial pela Espanha na Copa de 2010
Iker Casillas comemora o título mundial pela Espanha na Copa de 2010 Getty

Casillas era muito bom, além de líder incontestável. Mas é por uma característica física que nunca mais o melhor e mais caro goleiro do mundo será como ele.

O espanhol fez uma carreira notável medindo 1,82 m (e de perto dava até para dar dois centímetros a menos). Para os padrões da posição, ele foi um nanico no futebol. Basta comparar com os dez goleiros mais caros do mundo hoje, segundo o mesmo Transfermarkt.

Oblak, avaliado em 80 milhões de euros, mede 1,88 m, e já não é dos mais altos entre os top 10 dos milhões. Seis deles têm pelo menos 1,90 m: Alisson (1,91 m), Courtois (1,99 m), Donnarumma (1,96 m), Onana (1,90 m), Leno (1,90 m) e Szczesny (1,95 m). 

Milagres, posicionamento incrível e decisivo: veja grandes defesas da carreira de Iker Casillas

Ter Stegen, o terceiro  mais caro do mundo, mede 1,87 m e é quem chega mais perto de Casillas. O brasileiro Ederson tem 1,88 m, um centímetro a menos que De Gea. 

Casillas desafiou os padrões para ser o melhor do mundo. Não é pouca coisa.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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A bagunça só é um pouco mais 'Nutella': Paulista tem final tão ridículo quanto o Carioca

Paulo Cobos
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Corinthians não quer testes de COVID-19 até final do Paulista, e Ubiratan Leal detona: 'Avacalhação'


Para acabar com qualquer discussão bairrista sem sentido, o Campeonato Paulista resolveu igualar o desfecho patético do Carioca. A única diferença é que, em São Paulo, a bagunça é mais sofisticada, com hospital de grife, protocolos discutidos por meses não sendo seguidos e decisões que só causam confusão na arbitragem. 

Em cinco dias, a competição viu uma bagunça nos testes da COVID-19 de jogadores do Red Bull Bragantino, polêmica na escala do juiz do primeiro jogo da decisão e o cume: a troca de acusações entre Corinthians e Palmeiras sobre testes dos jogadores da doença que já matou quase 100 mil brasileiros.

Como se estivessem debatendo bobagens do tipo qual será a cor do vestiário dos visitantes, os dois rivais mais tradicionais resolveram brigar sobre o que não deveria ser motivo de discussão nesse momento.

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O Corinthians diz que não vai testar seus jogadores para detectar o vírus antes dos jogos da decisão. Sustenta sua decisão dizendo que seguiu o protocolo que obrigava os jogadores a ficarem concentrados durante o período de jogos. Pode até ter razão na letra fria do regulamento, mas não serão os reais gastos a mais para fazer os exames que irão mudar a grave crise financeira do clube. Nesta hora, toda precaução ainda parece pouco.

O Palmeiras parece enfurecido com a decisão corintiana. Mas é acusado pelo rival de ignorar o protocolo que mandava os jogadores ficarem confinados. Se fez isso mesmo, foi irresponsável. Se o regulamento permite isso, é outro problema. Ou dá para garantir que uma delegação de quase 30 pessoas seguiu todas as recomendações de isolamento?

A Federação deveria logo se pronunciar, mas mandou a decisão ser revolvida pelo seu diretor médico. E enquanto este texto é escrito, horas depois da decisão corintiana, nenhuma medida havia sido tomada.

Jogadores de Corinthians e Palmeiras posados antes de jogo pelo Paulista 2020
Jogadores de Corinthians e Palmeiras posados antes de jogo pelo Paulista 2020 Cesar Greco/Ag Palmeiras

Dentro de campo a coisa também promete. Tanto nas quartas de final quanto nas semifinais, o mais estrelado juiz paulista, Raphael Claus, se envolveu em lances polêmicos em jogos do Corinthians: primeiro como árbitro de campo e depois no comando do VAR.

É verdade que ele é o melhor juiz do quadro de São Paulo. Mas a prudência mandava deixá-lo fora desta decisão.

Com tudo isso, já começam a pipocar declarações provocativas dos dois lados, repetindo o que aconteceu há dois anos na decisão então vencida pelo Corinthians.

Uma bagunça como a do Carioca. Só um pouco mais 'Nutella'.



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