O grande vencedor da troca de Anthony Davis é o Los Angeles Lakers

ESPN League
Guilherme Sacco

A troca que agitou o mercado da NBA está dividindo opiniões. Quando o Los Angeles Lakers anunciou a chegada de Anthony Davis em uma negociação com o New Orleans Pelicans até mesmo o título do Toronto Raptors ficou ofuscado. E a movimentação gerou opiniões diversas sobre quem foi o grande vencedor.

O grande vencedor não foram os Pelicans, não foi LeBron, nem Anthony Davis e nem Zion Williamson. Quem venceu a troca foram os Lakers. 

Quem tem LeBron James, não pensa em desenvolver seu futuro, pensa em aproveitar o talento de um dos melhores jogadores de todos os tempos para vencer imediatamente. E você não vence imediatamente com nomes como Brandon Ingram ou Josh Hart como a segunda estrela da equipe.

Agora juntos, LeBron e AD formam uma das melhores duplas da NBA
Agora juntos, LeBron e AD formam uma das melhores duplas da NBA Getty Images

Os Lakers precisavam de alguém que pudesse, de fato, ajudar LeBron James. E em Anthony Davis eles adquirem um jogador top 10 da NBA e pronto para vencer. Em termos de talento, é possível discutir, inclusive, se o "monocelha" é o melhor companheiro que LeBron já teve na sua carreira, ao lado de Dwyane Wade. 

Em Los Angeles, a missão é vencer o mais rápido possível. E ninguém que estava disponível era melhor opção do que Anthony Davis. 

E Masai Ujiri e os Raptors nos ensinaram essa temporada que "quem não arrisca, não petisca". A vitória é dos Lakers, a vitória é do pensamento grande. 

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[Programação] NBA acabou? Coisa nenhuma! Agora é a vez do draft. Veja programação

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Hora de férias para os fãs do melhor basquete do mundo? Uma pinoia!

Nesta semana será realizado o draft da liga, momento de as equipes começarem a se armar para a próxima temporada. O evento terá transmissão dos canais ESPN na quinta.

Para quem já virou a chave na cabeça e vai mergulhar no beisebol, única modalidade em atividade nas próximas semanas, a agenda está bem cheia. Além de clássicos na MLB, os canais ESPN também transmitem todas as partidas da College World Series, a fase final do beisebol universitário. 

Zion com os bonés dos times que terão as primeiras escolhas do Draft de 2019
Zion com os bonés dos times que terão as primeiras escolhas do Draft de 2019 Getty

SÁBADO, 15 DE JUNHO

NCAA (beisebol masculino)
15h - Michigan x Texas Tech (WatchESPN)
20h - Florida State x Arkansas (WatchESPN)

Lacrosse (MLL)
20h - Chesapeak Bayhawk x New York Lizards (WatchESPN)

DOMINGO, 16 DE JUNHO

MLB
20h - Chicago Cubs x Los Angeles Dodgers (ESPN 2)

WNBA
16h30 - Seattle Storm x Connecticut Sun (ESPN Extra) 

NCAA (beisebol masculino - playoffs) 
15h - Louisville x Vanderbilt (WatchESPN)
20h30 - Auburn x Mississippi State (WatchESPN)

SEGUNDA, 17 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (ESPN)

NCAA (beisebol masculino - playoffs) 

15h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 18 DE JUNHO

MLB
20h - Tampa Bay Rays x New York Yankees (ESPN)

NCAA (beisebol masculino - playoffs) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 19 DE JUNHO

MLB
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (WatchESPN)

NCAA (beisebol masculino - playoffs) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 20 DE JUNHO

NBA
19h - Draft (ESPN)

NCAA (beisebol masculino - playoffs) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 21 DE JUNHO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 8 de junho, 11h30.

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O grande vencedor da troca de Anthony Davis aos Lakers é Zion Williamson

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Sim, dois dias após o final da temporada da NBA, com uma vitória incrível do Toronto Raptors na série contra o Golden State Warriors, o mundo do basquete foi novamente abalado. Uma troca que era inevitável. Anthony Davis estava insatisfeito em New Orleans e LeBron James queria uma segunda estrela em Los Angeles.

No entanto, o grande vencedor da troca não é LeBron, não é Davis, não são os Lakers e, muito menos, Rob Pelinka, pressionado para conseguir trazer a “monocelha” de qualquer maneira. Zion Williamson é quem se deu melhor nessa história.

O ala-pivô de Duke, que terá seu nome chamado com a primeira escolha do Draft deste ano, promete mudar o rumo dos Pelicans. Não foi à toa que Alvin Gentry, técnico da franquia, comemorou a loteria como se fosse um título. Zion Williamson é um dos maiores fenômenos que o basquete já viu.

Agora, ao seu lado em New Orleans terá bons nomes. Brandon Ingram é um dos bons jovens talentos da Liga, Josh Hart se provou um ótimo defensor e Lonzo Ball, inflado pela mídia por conta das bobagens que seu pai, LaVar, fala cada vez que abre a boca, pode ter em um mercado menor e menos badalado, a tranquilidade para provar o seu potencial.

Ainda há as escolhas de Draft, principalmente a 4ª deste recrutamento. Darius Garland, armador, Jarrett Culver, ala-armador, DeAndre Hunter, ala, são as boas opções. Mas por que não ousar? Trocar a escolha por duas dos Hawks (#8 ou #10 e #17) e escolher dois jogadores de alto potencial em Nassir Little e Bol Bol? Ou pagar para ver e apostar em Cameron Reddish, conhecido pelo ótimo arremesso do perímetro.

Anthony Davis e Zion Williamson
Anthony Davis e Zion Williamson Arte ESPN

David Griffin, general manager dos Pelicans, sabe o bom valor que tem nas mãos. Zion Williamson sabe que poderá ser a estrela de um time que mostra ter jogadores sólidos. O Oeste sempre complicado será uma missão árdua para New Orleans nesta primeira temporada. Que Davis e LeBron terão sucesso juntos em Los Angeles, a maioria já sabe. Mas Zion parece ter ganhado um time de futuro brilhante ao seu lado e isso ele não esperava.

A NBA ganha novos contornos e Zion Williamson sabe que venceu após essa troca.

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Boston tem chance de repetir feito de 80 anos atrás: ser campeã de três ligas ao mesmo tempo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Bruins
Bruins Getty

“Cidade dos Campeões.”

Várias cidades americanas já se deram esse título, ou receberam de presente do jornal local, quando enfileirou uma sequência de conquistas nas grandes ligas esportivas da América do Norte. A mais recente foi Pittsburgh, quando Penguins e Steelers passaram por bons momentos e levantaram muitos troféus em sequência. Agora é o momento de Boston, que levou a temporada mais recente da MLB e da NFL. Uma fase que pode ser reforçada nesta quarta (12) se os Bruins vencerem o St. Louis Blues e levarem a Stanley Cup.

Boston é a dona da World Series e da NFL, com as conquistas de Red Sox e Patriots entre outubro de 2018 e fevereiro deste ano. Se levar a NHL, teria o título de três das quatro grandes ligas norte-americanas ao mesmo tempo. E, como o Toronto Raptors não fechou a série decisiva da NBA nesta segunda contra o Golden State Warriors, seria o terceiro título seguido de Boston. Feito raro, mas não inédito.

Ter dois títulos ao mesmo tempo não é algo particularmente raro. Nos moldes atuais, isso se tornou possível em 1927, com a criação da NHL. No ano seguinte, os nova-iorquinos comemoraram em dose dupla, com os Rangers no hóquei no gelo e os Yankees no beisebol.

Desde então, Nova York (1938-39, 56-57, 69-70 e 2000), Chicago (1934), Detroit (1954), Baltimore (1970-71), Pittsburgh (1979 e 2009), Los Angeles (1981-82, 1988 e 2002), São Francisco/Oakland (1989-90) e Boston (2004 e 2007-08) tiveram duas franquias campeãs ao mesmo tempo. Mas três títulos é algo bastante raro. Boston esteve perto na década passada. Os Red Sox venceram a World Series de 2007 e os Celtics ficaram com o título da NBA em 2008. Faltou uma taça entre as duas, e poderia ser a dos Patriots no Super Bowl. Mas o New York Giants e a recepção de capacete de David Tyree não permitiu.

Desse modo, três título ficaram na mesma cidade apenas uma vez*. O esporte fechou 1935 com o título do Detroit Tigers na MLB e do Detroit Lions em uma NFL pré-Super Bowl. O ano seguinte, o primeiro título foi o da NHL, vencido pelo… Detroit Red Wings. Como não existia NBA na época, essa sequência só terminou na World Series de 1936, conquistada pelo New York Yankees.

O feito foi bastante celebrado na época. Detroit recebeu o apelido de “Cidade dos Campeões” e o jornal Windsor Daily Star chamou “a mais incrível varrida de feitos esportivos já creditada a uma única cidade”. A onda positiva contava ainda com a ascensão de Joe Louis, criado na região, no ranking mundial de pesos pesados -- se tornaria campeão em 1937 -- e até de ligas menores.

Frank Fitzgerald, governador do estado de Michigan, decretou que 18 de abril, uma semana após a conquista do título dos Red Wings, seria o Dia dos Campeões. Vários eventos foram realizados na cidade, que até hoje carrega a condição de “Cidade dos Campeões” original.

*Nova York também conquistou três títulos seguidos, entre 1932 e 33. No entanto, não existiam a NBA e a NFL na época. Assim, as conquistas em sequência foram em duas ligas, com os Yankees na MLB em 1932, os Rangers na NHL e os Yankees novamente na MLB em 1933. Foram três títulos seguidos, mas jamais a cidade teve três times campeões ao mesmo tempo.

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[Programação] NHL, NBB e NBA em seus últimos jogos, mas semana vem com uma avalanche de 27 partidas de beisebol

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Pat Maroon abraça colegas de St. Louis Blues após a vitória no Jogo 7 contra o Dallas Stars
Pat Maroon abraça colegas de St. Louis Blues após a vitória no Jogo 7 contra o Dallas Stars Getty Images

Os fãs de hóquei no gelo e de basquete estão com sentimentos misturados. Por um lado, a excitação de verem as finais de NHL, NBB e NBA, com os melhores times de leste e oeste se enfrentando em séries para definir o campeão da temporada. Por outro lado, a consciência que, depois daquilo, serão meses de estiagem até a ação voltar, só em outubro. E tudo pode culminar nesta semana, com as últimas partidas da final da Stanley Cup, a última do NBB e os jogos 5 e 6 (talvez os últimos) da NBA.

Mas nem tudo está perdido para o fã de esportes americanos. A semana vem também com uma avalanche de beisebol. De domingo a sexta, os canais ESPN transmitirão jogos da MLB todos os dias. Além disso, o WatchESPN começa a cobertura da reta final do beisebol universitário, com as finais regionais que apontam os participantes da College World Series. 

Fique ligado para não perder nada.

SÁBADO, 8 DE JUNHO

16h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB (finais)
14h20 - Franca x Flamengo (ESPN)

WNBA
16h30 - Los Angeles Sparks x Minnesota Lynx (ESPN Extra)

LBF
18h30 - Desafio de Habilidades (ESPN Extra)
20h - Jogo das Estrelas (ESPN Extra)

NCAA (beisebol masculino)
13h - Ole Miss x Arkansas (WatchESPN)
13h - Auburn x North Carolina (WatchESPN)
16h - Stanford x Mississippi State (WatchESPN)
16h - Florida State x LSU (WatchESPN)
16h - Louisville x East Carolina (WatchESPN)
19h - Texas Tech x Oklahoma State (WatchESPN)
22h - Vanderbilt x Duke (WatchESPN)
22h - UCLA x Michigan (WatchESPN)

DOMINGO, 9 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - Boston Bruins x St. Louis Blues (ESPN)

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Chicago Cubs (ESPN Extra)

NCAA (beisebol masculino) 
12h30 - North Carolina x Auburn (WatchESPN)
13h - East Carolina x Louisville (WatchESPN)
16h - Duke x Vanderbilt (WatchESPN)
16h - Arkansas x Ole Miss (WatchESPN)
19h - Oklahoma State x Texas Tech (WatchESPN)
19h - LSU x Florida State (WatchESPN)
22h - Mississippi State x Stanford (WatchESPN)
22h - Michigan x UCLA (WatchESPN)

SEGUNDA, 10 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
21h - Golden State Warriors x Toronto Raptors (ESPN)

MLB
20h - Texas Rangers x Boston Red Sox (ESPN 2)

NCAA (beisebol masculino) 
14h - Auburn x North Carolina (WatchESPN)
17h - Ole Miss x Arkansas (WatchESPN)
20h - Stanford x Mississippi State (WatchESPN)
21h30 - Florida State x LSU (WatchESPN)

TERÇA, 11 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - New York Mets x New York Yankees (ESPN 2)
23h - Los Angeles Dodgers x Los Angeles Angels (WatchESPN)

QUARTA, 12 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN)

MLB
21h - Milwaukee Brewers x Houston Astros (ESPN 2)

QUINTA, 13 DE JUNHO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
22h - Toronto Raptors x Golden State Warriors (ESPN)

MLB
21h - Detroit Tigers x Kansas City Royals (ESPN Extra)

LBF
19h - Ituano x Blumenau (ESPN Extra)

SEXTA, 14 DE JUNHO

15h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Angels x Tampa Bay Rays (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 8 de junho, 11h30.

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'Sobrou para mim': a noite de gala de Curry em uma derrota para esquecer dos Warriors

ESPN League
Ricardo Zanei


“Sobrou para mim”... Este deve ter sido o pensamento de Stephen Curry quando veio a notícia que seu fiel escudeiro, Klay Thompson, companheiro de Splash Brothers, estava fora do jogo 3 das Finais da NBA

Sim, o “Brinquedinho Assassino” carregou o piano como nunca, com 47 pontos. Mas nem mesmo o fato de ser responsável por 43,11% dos pontos do Golden State Warriors não foi suficiente para evitar a derrota para o Toronto Raptors por 123 a 109, na noite desta quarta-feira, na estreia dos campeões diante de sua torcida na decisão. Agora, a vantagem passa a ser do time canadense, 2 a 1 na série melhor de 7. O quarto duelo acontece nesta sexta-feira, novamente em Oakland: o ESPN League começa às 20h (de Brasília), seguido pelo abre o jogo (às 21h), e a bola voa a partir das 22h, com transmissão da ESPN e do WatchESPN.

Não foi “apenas” nos pontos que Curry destruiu. Ele ainda foi líder em rebotes, com 8, contra 7 para Draymond Green e Andrew Bogut. Assistências? Ele deu 7, e o segundo foi Green, com 4. Roubos de bola? 2, empatado com Green. 

E mesmo ficando com a bola na mão – foram 14 arremessos certos em 31 tentativas, sendo 6 de 14 de 3 pontos, e 13 lances livres em 14 tiros –, teve gente que errou mais que ele: Green liderou em turnovers, com 4, contra 3 de Curry e DeMarcus Cousins. 

O desfalque de Kevin Durant, que ainda não estreou na decisão, já era sabido na véspera. Aí veio a confirmação da ausência de Thompson. Pelos números, Curry jogou sozinho, certo? Não deveria, já que, ao seu lado, estavam alguns jogadores de enorme categoria, casos de Cousins, 4 vezes All-Star, Andre Iguodala, 1 vez All-Star, MVP das Finais em 2015, e Green, 3 vezes All-Star e Jogador Defensivo de 2017. Não, eles não foram os coadjuvantes que Curry merecia. 

Cousins acabou o jogo com apenas 4 pontos, 3 rebotes e 2 assistências. Iguodala: 11 pontos, 6 rebotes, 3 assistências. Green foi mais efetivo, 17 pontos, 7 rebotes, 6 assistências. Shaun Livingston, o substituto de Thompson no quinteto titular, ficou longe de uma noite inspirada, com 4 pontos, 2 rebotes e 2 assistências.  

Enquanto isso, cada integrante do quinteto inicial dos Raptors anotou, no mínimo, 17 pontos, liderados por Kawhi Leonard, o cestinha da equipe com 30 pontos.  

Que jogo, amigos, que jogo! Sim, sobrou para Curry, em uma noite ridícula e inesquecível pela atuação individual, completamente “esquecível” pela derrota em casa. Veja, abaixo, alguns recordes incríveis do armador dos Warriors no jogo 3 das Finais da NBA: 

- Curry terminou com 47 pontos, 2ª melhor marca de um jogador que saiu derrotado de uma partida das Finais da NBA. O outro? LeBron James, 51, na decisão da última temporada, justamente contra os Warriors.

- 9º jogo em Finais da NBA com pelo menos 30 pontos, superando Rick Barry (8) na história dos Warriors. Kevin Durant é o terceiro, com 6. 

- Curry passou Wilt Chamberlain (652) e é o 22º certinha na história das Finais, com 662. O 21º: Scottie Pippen, 664. 

- Os 40 pontos de Curry se tornaram a melhor marca de qualquer jogador nos três primeiros quartos de um jogo das Finais nos últimos 20 anos. 

- Ele se tornou o primeiro jogador nas últimas 20 Finais com pelo menos 40 pontos, 5 assistências e 5 rebotes nos três primeiros quartos. 

- Curry se tornou o terceiro atleta na história dos Warriors com pelo menos 40 pontos em um jogo decisivo, igualando Rick Barry (3 vezes) e Kevin Durant. 

- O armador se tornou o 3º na atual edição dos playoffs com 40 pontos em três quartos, ao lado de Kevin Durant (26 de abril, contra os Clippers) e Damian Lillard (23 de abril, contra o Thunder). Isso tinha acontecido apenas duas vezes nas últimas 10 pós-temporadas. 

- Curry é o único na história das Finais da NBA com mais de 100 bolas de 3 pontos na carreira, com 111.

 - Mais pontos em três quartos nas Finais da NBA: Michael Jordan, em 16 de junho de 1993, contra os Suns, com 43. Em segundo: Curry, com os 40 pontos desta quarta-feira.

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'Sobrou para mim': a noite de gala de Curry em uma derrota para esquecer dos Warriors

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Ninguém influenciou o basquete como Stephen Curry

ESPN League
Guilherme Sacco

 

Ao longo do tempo, o basquete sofreu diversas alterações. Do jogo criado por Dr. James Naismith em dezembro de 1891 até o que vemos atualmente, muita coisa mudou. Do jogo dominado por pivôs até o surgimento de armadores e alas ágeis, a criação das enterradas para o jogo dominado pelos arremessos de longa distância, o basquete evoluiu.

E muitos foram os responsáveis por essa evolução. Bill Russell e Wilt Chamberlain nos anos 60 e 70, Julius Erving nos anos 80, Michael Jordan nos anos 90 e LeBron James no século 21. Entretanto, ninguém influenciou o jogo da mesma maneira que Stephen Curry faz nos dias atuais. 

Sim, as crianças de cada década queriam ser a estrela da sua década como as crianças atualmente querem ser Steph, mas a questão vai além. A influência do “Brinquedinho Assassino” naqueles que estão começando a jogar não se dá por que elas querem apenas dominar o jogo como ele faz, elas querem ter o mesmo nível de diversão. 

É mais fácil se identificar com o “Baby Faced Assassin”, o "Assassino com cara de bebê", do que, por exemplo, com LeBron, um jogador de 2,03 m que domina a parte física de uma maneira que nunca foi vista antes. É mais fácil se identificar com o "pequeno" que faz sucesso entre os gigantes simplesmente por amar o basquete, demonstrar essa paixão em quadra e arremessar de uma maneira completamente diferente do que estávamos acostumados.

Stephen Curry mudou a dinâmica do jogo
Stephen Curry mudou a dinâmica do jogo Getty Images

Apesar do principal legado do Golden State Warriors de Curry ser o jogo coletivo, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas quando se fala na Dinastia Warriors são as bolas de três. E ninguém arremessou com tanta qualidade quanto Steph. Em 2015, a NBA inteira arremessou cerca de 52 mil bolas de três. Nesta temporada, foram cerca de 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.

Mas, acima de tudo, nunca se fez tanto para parar um único jogador como as defesas tentam fazer com Steph. No Jogo 2 das Finais contra o Toronto Raptors, era possível ver a equipe canadense mandando dois ou até três jogadores para pressionar Curry quando ele ainda tinha a bola na própria quadra, afinal, o camisa 30 dos Warriors é o primeiro jogador da história a ser uma ameaça de qualquer lugar da quadra. 

Não é incomum ver o principal jogador receber uma marcação dupla no início da jogada, mas é inédito ver que o adversário considere o início ainda na quadra oposta e não na sua metade de defesa. Steve Kerr, técnico de Curry e ex-companheiro de Michael Jordan nos Bulls dos anos 90, chegou a afirmar que, nem quando o Detroit Pistons criou as "Jordan's Rules", ele tinha visto defesas criarem esquemas apenas visando parar um único jogador como fazem com Steph. 

A gravidade do armador é o que mais impressiona. Mesmo em jogos que quase não toca na bola, Curry ainda é um dos quem mais tem influência no resultado final. Apenas a ameaça do camisa 30 acertar duas bolas seguidas e entrar no "Modo Supernova" faz com que defesas não tirem o olho dele por um segundo sequer, inclusive dobrando a marcação quando ele recebe a bola, fazendo com que os Warriors joguem em uma espécie de quatro contra três, abrindo espaço para todos os outros brilharem.

E aí entra outro ponto a favor de Steph. É raríssimo alguém com o talento que tem Curry, capaz de ser o único MVP unânime da história da liga, aceitar não ser o cara que faz 30 pontos por jogo para seu time  se sagrar campeão. Praticamente todos os depoimentos de companheiros dos Warriors testemunham a favor do excelente companheiro que ele é, inclusive com Iguodala falando que "fará de tudo para proteger seu legado". Curry legitimamente abre mão da glória individual, até mesmo de um MVP das Finais, que pode vir nessa temporada, pelo sucesso coletivo.
 
E se o argumento é que Stephen é uma aberração da natureza que tem um dom que não pode ser copiado, ele mesmo já deixou claro que não arremessava bem até cerca de uns 12 anos de idade e melhorou na base do treino. E a influência de Curry nos novos jogadores já começa a ser vista. Trae Young é um exemplo de atleta que tem nível de NBA e é uma ameaça de distâncias que sequer eram treinadas antes da chegada de Steph.

O próximo passo é a criação de uma linha de quatro pontos. Seria o testemunho final da influência de Stephen Curry em uma quadra de basquete.

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[Programação] Finais da NBA seguem nesta semana, mas atenção porque tem jogo em horário diferente. Confira

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Siakam em ação no primeiro confronto entre Raptors e Warriors na final da NBA
Siakam em ação no primeiro confronto entre Raptors e Warriors na final da NBA Mark Blinch/NBAE via Getty Images

Aquela coisa de sempre: ver o ESPN League às 20h, em seguida o abre o jogo e esperar o início de mais uma partida pelas finais da NBA às 21h. Foi assim no jogo 1, será assim no jogo 2. Mas fique atento: nem todas as partidas da decisão do melhor basquete do mundo começará às 21h no horário de Brasília. Os jogos 3 e 4, programados para as próximas quarta e sexta, terão início uma hora mais tarde. E não será um fato isolado. Os eventuais jogos 5, 6 e 7 também variarão entre 21h e 22h. Vale sempre conferir aqui no blog do ESPN League ou na página da programação do site da ESPN.

O fã de NHL pode ficar um pouco mais tranquilo, porque a decisão da Stanley Cup está sempre programada para as 21h de Brasília. 

ATENÇÃO: de 29 de maio a 9 de junho estará aberta a janela para a realização da etapa de Margaret River da World Surf League. Eventos na ESPN 2 e ESPN Extra podem ter alterações. 

SÁBADO, 1º DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB (finais)
14h20 - Flamengo x Franca (ESPN)

NHL (finais)
21h - Boston Bruins x St. Louis Blues (ESPN)

NCAA (softbol feminino - playoffs)
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

DOMINGO, 2 DE JUNHO

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
21h - Golden State Warriors x Toronto Raptors (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

NCAA (softbol feminino - playoffs)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
22h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SEGUNDA, 3 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - Boston Bruins x St. Louis Blues (ESPN)

MLB
23h - Houston Astros x Seattle Mariners (WatchESPN)

NCAA (softbol feminino - finais
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

TERÇA, 4 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

NCAA (softbol feminino - finais
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUARTA, 5 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
22h - Toronto Raptors x Golden State Warriors (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Toronto Blue Jays (WatchESPN)

NCAA (softbol feminino - finais)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUINTA, 6 DE JUNHO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Toronto Blue Jays (ESPN 2)

SEXTA, 7 DE JUNHO

20h45 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
22h - Toronto Raptors x Golden State Warriors (ESPN)

MLB
20h - Tampa Bay Rays x Boston Red Sox (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 1º de junho, 11h30.

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O que representaria para o Canadá um título dos Raptors

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Era comum a Fórmula 1 ter a manchete principal do caderno de esportes do jornal nas segundas após uma corrida, mas o dia anterior teve clássico paulista, então dava para mudar a ordem de prioridade. A primeira página esportiva da Folha de São Paulo em 26 de outubro de 1992 ficou com os repórteres Ricardo González e Paulo Ricardo Calçade (soa familiar?) na cobertura da vitória de virada ao Santos sobre o Corinthians no Morumbi, 3 a 1 com triplete de Guga. Na página 2, tabelão, uma tradição. Na 3, a vitória do São Paulo prestes a se tornar campeão mundial sobre o Guarani de Edílson Capetinha. A F1 ficou só na página 4, com Flávio Gomes escrevendo sobre a vitória de Riccardo Patrese e o primeiro ponto da carreira de Christian Fittipaldi no GP do Japão. Mas, a centímetros dali, um título me chamou a atenção.

“Bluejays ganham a primeira para o Canadá”

Bem, eu lia o caderno de esportes inteirinho -- costume que mantive enquanto assinei jornal impresso -- e ver algum assunto diferente era até mais legal. E o texto de Silvio Lancellotti contava como o Toronto Bluejays (assim mesmo, tudo junto) havia conquistado o primeiro título da World Series de um time canadense. Eu já conhecia o beisebol do colégio, o professor de Educação Física dava a modalidade nas aulas, mas não era familiarizado com a MLB e seus times. E com a cabeça de torcedor de futebol que via os campeonatos divididos por países, achei curiosa a existência de um time do Canadá na liga dos Estados Unidos. Pensamento imediato:

“Devem ser um time muito alternativo. Vou torcer por eles.”

Matéria sobre beisebol
Matéria sobre beisebol reprodução

Deu certo por um tempo, precisamente um ano. Em 1993, os Blue Jays conquistaram o bicampeonato e até foi possível seguir a reta final dia a dia no esporte da Folha (já separando o nome do time). Depois disso, só frustração. O retorno aos playoffs demorou 22 anos. O título mesmo só vejo quando ligo o celular e aparece o Joe Carter comemorando o maior home run da história (atenção: essa afirmação pode conter clubismo) no fundo de tela.

Dizer que eu sofro por isso seria um mastodôntico exagero. Primeiro, porque todo torcedor de beisebol começa o ano sabendo que verá seu time perder de 70 a 100 jogos na temporada. Ser derrotado é uma rotina. Segundo, porque não sou fanático. Terceiro, porque trabalhar com um esporte o obriga a vê-lo como um todo e até a se desligar de seu time em alguns momentos. Mas o torcedor canadense de verdade não tem essa escolha. E ele sofre.

Desde a World Series dos Blue Jays em 1993, o Canadá não viu nenhuma de suas franquias conquistar uma das quatro grandes ligas norte-americanas. O título da NBA nunca atravessou a fronteira. A Stanley Cup, antes de domínio canadense, não sai dos Estados Unidos desde o Montréal Canadiens de 1992-93. E a NFL é 100% americana.

Essa seca não é ignorada. O Canadá já é ofuscado em diversas coisas pelo gigantismo econômico de seu vizinho do sul, e o esporte acaba sendo mais uma delas. As equipes canadenses sofrem para ser competitivas, tendo de enfrentar problemas como regime tributário mais rígido, eventuais perda de valor de sua moeda em relação ao dólar e até o fato de alguns jogadores preferirem não mudar de país ao se transferir de time. Ao menos, sobretudo no caso de Raptors e Blue Jays, têm a torcida de toda a nação.

Kawhi Leonard
Kawhi Leonard Getty Images

Uma vitória dos Raptors sobre o Golden State Warriors, talvez o melhor time deste século na NBA, soa improvável. Mas mesmo essa pequena possibilidade já é suficiente para o Canadá inteiro se juntar em apoio ao Toronto. Não é apenas um time, é um país inteiro que não vê um título em suas principais ligas há 26 anos. Um país que sabe que seus representantes são vistos por muitos como alternativos e que só existem -- aí excetuemos o hóquei no gelo -- por uma concessão dos poderosos americanos aos simpáticos vizinhos. Ganhar o troféu é passar por cima de tudo isso. É mostrar que uma equipe canadense até pode ser alternativa, mas não é café-com-leite.

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O que representaria para o Canadá um título dos Raptors

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Por que o sucesso do Golden State Warriors incomoda?

Rafael Belattini
Rafael Belattini

São cinco finais consecutivas e três títulos na conta. Agora vem a chance do tri consecutivo e, contra o Toronto Raptors, o Golden State Warriors terá que enfrentar também a torcida contra de quase todo o país.

Uma pesquisa feita baseada nas mensagens do Twitter apontou que nos Estados Unidos os Warriors só terão apoio dos estados da Califórnia, da vizinha Nevada e também do Havaí.

Por mais que exista o tradicional discurso de “torcer pelo mais fraco”, a coisa vai além. Afinal, como explicar a torcida pelo time canadense em estados dominados por times rivais, como Nova York, ou até mesmo na Wisconsin dos recém eliminados Bucks?

A verdade é que, assim como acontece em outros esportes, uma “dinastia” incomoda demais. Pois, como é possível alguém ganhar tanto e ser tão feliz por tanto tempo? Quem aguenta tanta alegria?

Mas será que é realmente justo torcer contra um grupo de jogadores que revolucionou a liga anos atrás, se fortaleceu sem quebrar nenhuma regra, simplesmente atraindo craques que queriam ter a chance de fazer parte daquilo, e apresenta jogadas espetaculares jogo após jogo.

Com Stephen Curry, Klay Thompson e Draymond Green, jogadores recrutados pela franquia, Steve Kerr montou um núcleo que impressiona, mas só lhe rendeu um prêmio de melhor treinador. A explicação: parece fácil.

Stephen Curry vai tentar o quarto título em cinco anos com os Warriors
Stephen Curry vai tentar o quarto título em cinco anos com os Warriors Getty

Talvez tenha sido por rivalizarem com os bad boys do Detroit Pistons que o Chicago Bulls de Jordan não tenha despertado tanto ódio durante sua dinastia na década de 1990. Ou talvez seja algo dos novos tempos.

Se os torcedores dos rivais históricos e os diretamente envolvidos nas finais não queriam ver o sucesso de Chicago, os outros pareciam satisfeitos em ver a história ser escrita diante de seus olhos.

É claro que a chegada de Kevin Durant ajudou na imagem atual dos Warriors, pois escolher defender um time poderoso meses depois de ter sido vítima dele não é uma decisão muito popular. Mas nunca foi ruim ver Durant jogar, e fica ainda mais bonito nesse Golden State Warriors. E, queira ou não, depois de dois títulos sendo MVP, já é tarde demais para torcer por seu fracasso.

Se o seu problema é com as bolas de três pontos, o time de Steve Kerr também já cansou de mostrar que não é apenas isso. E não é por acaso que seu time aparece no topo de diversas estatísticas ofensivas na temporada regular e playoffs.

Fora a eficiência dentro de quadra, também sobra uma outra história para cativar o torcedor. Se Toronto busca o primeiro título na NBA – e 1º nas principais ligas desde os Blue Jays de 1995 – Oakland pode estar vivendo sua última festa, já que em breve restará apenas os A’s em uma das mais problemáticas cidades dos EUA.

É completamente justo torcer pelo sucesso de Kahwi Leonard, ainda mais pelo que ele fez com a franquia que passou vergonha nos últimos playoffs, mas isso precisa ser diferente de torcer contra o sucesso dos Warriors.

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Por que o sucesso do Golden State Warriors incomoda?

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O problema dos Warriors contra os Raptors, e o problema dos Raptors contra os Warriors

Pedro Suaide
Pedro Suaide
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[Programação] Semana de decisões: começam as finais da NBA e da Stanley Cup, e a do NBB segue a toda força. Veja dias e horários

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Golden State Warriors tenta o quarto título nos últimos cinco anos
Golden State Warriors tenta o quarto título nos últimos cinco anos ESPN

Os esportes americanos entram em semana decisiva. NBA e NHL darão início a suas finais, enquanto que o NBB segue com os duelos entre Flamengo e Franca. Tudo isso com direito a ESPN League diário para aprofundar a cobertura. Bons motivos para ficar toda a semana no sofá, então já prepare o aperitivo e anote os horários para não perder nada.

Ah, e se bater uma preguiça de levantar entre um evento e outro, não se preocupe. Há o início da temporada da WNBA no sábado e rodada tripla (sim, tripla) de beisebol na segunda. Além disso, o WatchESPN traz eventos diferentes do convencional para matar a curiosidade do torcedor: finais do lacrosse e do softbol universitários e o tradicionalíssimo National Spelling Bee, o Campeonato de Soletração. Bom para treinar seu inglês.

ATENÇÃO: de 29 de maio a 9 de junho estará aberta a janela para a realização da etapa de Margaret River da World Surf League. Eventos na ESPN 2 e ESPN Extra podem ter alterações. 

SÁBADO, 25 DE MAIO

16h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB (finais)
14h20 - Franca x Flamengo (ESPN)

WNBA
16h30 - Phoenix Mercury x Seattle Storm (ESPN Extra)

NCAA (softbol feminino)
13h - Oklahoma State x Florida State (WatchESPN)
15h - Texas x Alabama (Watch ESPN)
17h - Oklahoma x Northwestern (Watch ESPN)
19h - Minnesota x LSU (Watch ESPN)
21h - Arizona x Ole Miss (Watch ESPN)
21h - UCLA x James Madison (Watch ESPN)
23h - Washington x Kentucky (Watch ESPN)

DOMINGO, 26 DE MAIO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x St. Louis Cardinals (ESPN)

NCAA (softbol feminino)
15h - Northwestern x Oklahoma (Watch ESPN)
15h - Tennessee x Florida (Watch ESPN)
17h - James Madison x UCLA (Watch ESPN)
17h - LSU x Minnesota (Watch ESPN)
21h - Ole Miss x Arizona (Watch ESPN)
23h - Kentucky x Washington (Watch ESPN)

SEGUNDA, 27 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN)

MLB
14h - Miami Marlins x Washington Nationals (ESPN)
17h - Cleveland Indians x Boston Red Sox (ESPN 2)
21h - New York Mets x Los Angeles Dodgers (ESPN 2)

NCAA (lacrosse masculino - final)
14h - Jogo a definir (Watch ESPN)

TERÇA, 28 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Philadelphia Phillies (ESPN 2)

CAMPEONATO DE SOLETRAÇÃO
10h45 - Fases preliminares (Watch ESPN)

QUARTA, 29 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (finais)
21h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN)

MLB
21h - Chicago Cubs x Houston Astros (ESPN 2)

CAMPEONATO DE SOLETRAÇÃO
9h45 - Fases preliminares (Watch ESPN)
13h45 - Fases preliminares (Watch ESPN)

QUINTA, 30 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (finais)
22h - Jogo a definir (ESPN)

LBF
19h - Araraquara x Uninassau (ESPN Extra)

NCAA (softbol feminino - playoffs)
13h - Jogo a definir (Watch ESPN)
15h30 - Jogo a definir (Watch ESPN)
20 - Jogo a definir (Watch ESPN)
21h30 - Jogo a definir (Watch ESPN)

CAMPEONATO DE SOLETRAÇÃO
11h - Finais (Watch ESPN)
21h30 - Finais (Watch ESPN)

SEXTA, 31 DE MAIO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

LIGA OURO (final)
20h - São Paulo x Unifacisa (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 29 de maio, 11h30.

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Japão entra na disputa, e MLB talvez tenha de rever salários nas ligas menores

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Kyler Murray foi selecionado pelo Oakland Athletics na sexta posição geral do draft de 2018 da Major League Baseball. Chegou a assinar um contrato e a acertar o bônus (luvas), mas desistiu de tudo para seguir o sonho de jogar na NFL. O tema gerou muita discussão e até um post neste blog, mas talvez nem seja a renúncia mais importante de um jogador draftado pelo beisebol no ano passado. Porque a não-assinatura de Carter Stewart com o Atlanta Braves pode ter um impacto de médio prazo muito maior para a MLB.

Stewart foi draftado na oitava posição em 2018. Arremessador da Eau Gallie High School, da Flórida, ele receberia US$ 2 milhões como bônus de contrato e seria integrado ao sistema de ligas menores dos Braves. Tudo bem, receber US$ 2 milhões de uma vez é tentador para qualquer garoto de 19 anos. No entanto, as perspectivas de médio prazo para ele não eram tão seguras assim.

Carter Stewart, draftado pelo Atlanta Braves em 2018
Carter Stewart, draftado pelo Atlanta Braves em 2018 Getty Images

Pela sua posição no draft, claramente Stewart era visto como uma grande promessa pelo Atlanta. No entanto, ele não fugiria do sistema tradicional: ficaria algumas temporadas nas ligas menores para terminar de desenvolver seu potencial técnico e físico até receber uma chance na MLB. Nada garante, porém, que ele não explodisse tecnicamente ou não sofresse lesões no caminho, e que talvez essa chance nas grandes ligas nunca chegasse.

Essa “chance nunca chegar” é problemático. Ainda que o bônus de US$ 2 milhões seja bastante apetitoso, os anos de ligas menores não são tanto. Os jogadores recebem salários bem baixos, muitos deles perto do salário mínimo, e são obrigados a viver em repúblicas ou alugar quartos em casa de família para morar durante a temporada. Além disso, não recebem pagamento durante o período de recesso da liga, tampouco pelo tempo da pré-temporada. E a rotina é desgastante, com viagens -- algumas bem longas -- sempre de ônibus pelo interior dos Estados Unidos.

A perspectiva de esse cenário mudar em curto prazo não é grande, pois o último acordo trabalhista entre a MLB e a associação de jogadores apertou ainda mais o cinto nas ligas menores. A maioria dos jovens que estão entrando no sistema agora não tem escolha, e alguns ainda preferem ganhar mal do que ir à universidade e não ganhar nada (a bolsa de estudos tem seu valor, mas, para jovens de famílias carentes, a necessidade de dinheiro é imediata). Mas Stewart pode se dar ao luxo de escolher, pois ainda é muito novo e, principalmente, tem poder de barganha pelo fato de ser uma grande promessa.

Assim, o empresário Scott Boras intermediou uma negociação e acertou a ida de Stewart para o Fukuoka Softbank Hawks, da liga japonesa. No Japão, ele receberá US$ 7 milhões em salários por um contrato de seis anos. Ainda que ele também tenha de passar pelas ligas menores japonesas, são US$ 5 milhões -- garantidos -- a mais. Além disso, a chance de ele efetivamente chegar ao time principal é muito maior, até pelas informações que recebeu dos Hawks. Por fim, ele terá apenas 26 anos ao final do vínculo, idade ainda boa para assinar um bom contrato com a MLB.

Se o caso de Stewart for bem sucedido, pode abrir o caminho para vários jovens americanos escolherem o beisebol profissional de outro país ao invés de seguir em categorias de formação que pagam mal (ou, no caso da NCAA, não pagam) nos EUA.

Essa tendência já está presente no basquete. O caso mais midiático foi dos irmãos LaMello e LiAngelo Ball, que preferiram o basquete profissional da Lituânia ao invés de jogar no universitário americano. Mas ele também ocorreu com Terrance Ferguson, que jogou na Austrália antes de ser draftado pelo Oklahoma City Thunder, e Emmanuel Mudiay, que teve passagem pela China.

Se os casos começarem a se acumular, pode provocar uma rediscussão no sistema de formação de jogadores nas ligas menores do beisebol e no universitário do basquete e do futebol americano. Seria mais um argumento para melhorar a remuneração desses atletas em formação, pois começariam a surgir opções que não eram consideradas até pouco tempo.

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Japão entra na disputa, e MLB talvez tenha de rever salários nas ligas menores

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[Programação] Finais do NBB colocam frente a frente dois gigantes do basquete nacional

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os finalistas do NBB Caixa: Flamengo x Franca
Os finalistas do NBB Caixa: Flamengo x Franca Flamengo

O maior campeão do NBB contra o maior campeão de todas as versões do Campeonato Brasileiro de Basquete. Um título mundial e um das Américas contra dois vices mundiais e quatro título das Américas. Flamengo e Franca têm muita história com a bola laranja nas mãos, e vão colocá-la frente a frente em uma decisão de camisas pesadíssimas do NBB. 

A final começa no próximo domingo e terá todos os jogos transmitidos pelos canais ESPN. O fã de esporte também pode acompanhar o que acontece na final do basquete nacional, e também nas finais de conferência da NBA (a ESPN transmite com exclusividade os jogos da Conferência Oeste) nas edições diárias do ESPN League.

Confira abaixo tudo o que vai rolar de esportes americanos nos canais ESPN e não perca nada.

ATENÇÃO: de 13 a 25 de maio estará aberta a janela para a realização da etapa de Bali da World Surf League. Eventos na ESPN 2 e ESPN Extra podem ter alterações. 

SÁBADO, 18 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Golden State Warriors x Portland Trail Blazers (ESPN)

NCAA (lacrosse masculino - playoffs)
13h - Maryland x Virginia (WatchESPN)
15h30 - Notre Dame x Duke (WatchESPN)

DOMINGO, 19 DE MAIO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB (finais)
10h30 - Franca x Flamengo (ESPN)

NHL (playoffs)
16h - St. Louis Blues x San Jose Sharks (ESPN)

MLB
20h - Chicago Cubs x Washington Nationals (ESPN)

NCAA (lacrosse masculino)
13h - Loyola x Penn State (WatchESPN)
15h30 - Yale x Pennsylvania (WatchESPN)

SEGUNDA, 20 DE MAIO

20h45 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Golden State Warriors x Portland Trail Blazers (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Baltimore Orioles (ESPN 2)

TERÇA, 21 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (playoffs)
21h - San Jose Sharks x St. Louis Blues (ESPN)

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Chicago Cubs (ESPN 2)
22h45 - Atlanta Braves x San Francisco Giants (WatchESPN)

QUARTA, 22 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Portland Trail Blazers x Golden State Warriors (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x Toronto Blue Jays (ESPN 2)

QUINTA, 23 DE MAIO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBB (finais)
19h50 - Franca x Flamengo (ESPN)

NHL (playoffs)
22h - St. Louis Blues x San Jose Sharks (ESPN)

LBF
19h - Santo André x Blumenau (ESPN Extra)

SEXTA, 24 DE MAIO

20h45 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Golden State Warriors x Portland Trail Blazers (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 18 de maio, 15h.

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Trocar a MLB pela NFL já valeu a pena para Kyler Murray. Ao menos no dinheiro

Ubiratan Leal
ubiratan leal
Murray em ação pelos Sooners
Murray em ação pelos Sooners Getty


Você recebeu uma oferta de emprego para fazer o que gosta. Mais que isso, lhe pagam US$ 4,9 milhões antes mesmo de você começar a trabalhar, só por aceitar a proposta. Convenhamos, não há muitos empregos que podem ser melhores que esse, mesmo se for para jogar na liga esportiva mais rica do mundo. Por isso que muitos achavam que Kyler Murray se tornaria jogador do Oakland Athletics. Dificilmente a NFL apresentaria uma proposta melhor. Mas apresentou.

Na última semana foi anunciado o acordo de Murray com o Arizona Cardinals. O ex-quarterback (e outfielder) do Oklahoma Sooners terá um contrato de quatro ano, com uma opção do time de renovar por mais um. O valor garantido -- ou seja, que o jogador receberá de qualquer forma, mesmo que seja dispensado no meio do vínculo -- é de US$ 35,16 milhões, valor que se soma aos US$ 23,6 milhões de bônus na assinatura (equivalente às luvas do futebol brasileiro).

Isso é muito mais que os A’s davam de garantia a Murray. Como defensor externo recém-saído da primeira rodada do draft, ele recebeu um bônus alto (US$ 4,9 milhões) e… só. Como ocorre com jogadores de beisebol, Murray entraria em algum nível das ligas menores, recebendo salários baixos e tendo de encarar dois ou três anos morando em repúblicas de atletas jovens e viajando de ônibus. Se conseguisse crescer na modalidade, seria promovido ao time principal, ficaria alguns anos recebendo salários medianos para, quem sabe em alguns anos, virar free-agent e ganhar um contratão.

Se esse contrato de agente livre viesse, Murray talvez recebesse mais dinheiro do que verá em toda sua carreira no futebol americano. Considerando valor total do acordo, dos 20 maiores contratos da história dos esportes americanos, 16 são da MLB e nenhum da NFL. No entanto, o ex-Sooners não tem certeza se entrará nesse grupo dos craques do beisebol. Essa resposta só chegaria em uns cinco anos, para ser otimista. Na NFL, como quarterback de primeira escolha geral do draft, ele ainda não é um craque. Mas já recebe tratamento e dinheiro como tal.

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Os Sixers deram All-In e perderam; e agora, Joel?

Pedro Suaide
Pedro Suaide


 

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[Programação] NBA na reta final tem ESPN League diário e transmissão da loteria do draft

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Lillard arremessa para a vitória na série entre Blazers e Thunder
Lillard arremessa para a vitória na série entre Blazers e Thunder Getty


A NBA chega a suas finais de conferência, e a ESPN entra em imersão total no melhor basquete do mundo. A partir desta segunda, o ESPN League terá edições diárias, destrinchando tudo o que ocorre nos esportes americanos -- com foco, claro, na reta final do basquete. Além disso, o fã de esporte poderá conferir com exclusividade todas as partidas das finais do Oeste, um ótimo aquecimento antes da final, também exclusiva da ESPN. Se o seu time já foi eliminado, não se preocupe. Na terça, o WatchESPN transmite ao vivo a loteria do draft e você já pode projetar como sua equipe poderá se reforçar para a próxima temporada.

Mas a semana tem ainda as finais de conferência da NHL, confrontos diretos entre times que lutam por playoffs na MLB e até lacrosse. Confira tudo o que vai rolar de esportes americanos nos canais ESPN e não perca nada.

ATENÇÃO: de 13 a 25 de maio estará aberta a janela para a realização da etapa de Bali da World Surf League. Eventos na ESPN 2 e ESPN Extra podem ter alterações. 

SÁBADO, 11 DE MAIO

NHL (playoffs)
21h - St. Louis Blues x San Jose Sharks (ESPN)

NCAA (lacrosse masculino)
13h - Syracuse x Loyola (WatchESPN)
15h30 - Georgetown x Yale (WatchESPN)
18h - Army x Pennsylvania (WatchESPN)
20h30 - Robert Morris x Virginia (WatchESPN)

DOMINGO, 12 DE MAIO

NBA (playoffs)
16h30 - Portland Trail Blazers x Denver Nuggets (ESPN)

NHL (playoffs)
16h - Carolina Hurricanes x Boston Bruins (ESPN 2)

MLB
20h - Milwaukee Brewers x Chicago Cubs (ESPN)

NCAA (lacrosse masculino)
13h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
15h30 - Maryland x Townson (WatchESPN)
18h - Richmond x Duke (WatchESPN)
20h30 - Johns Hopkins x Notre Dame (WatchESPN)

SEGUNDA, 13 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (playoffs)
22h - St. Louis Blues x San Jose Sharks (ESPN)

MLB
20h - Milwaukee Brewers x Philadelphia Phillies (ESPN 2)

TERÇA, 14 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
21h30 - Loteria do Draft (WatchESPN)
22h - Portland Trail Blazers x Golden State Warriors (ESPN)

NHL (playoffs)
21h - Boston Bruins x Carolina Hurricanes (ESPN 2)

MLB
20h - New York Mets x Washington Nationals (WatchESPN)

QUARTA, 15 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
21h -

NHL (playoffs)
21h - San Jose Sharks x St. Louis Blues (ESPN)

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Atlanta Braves (ESPN 2)

QUINTA, 16 DE MAIO

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Portland Trail Blazers x Golden State Warriors (ESPN)

NHL (playoffs)
21h - Boston Bruins x Carolina Hurricanes (ESPN 2)

LBF
19h - Blumenau x Sampaio (ESPN Extra)

SEXTA, 17 DE MAIO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
21h - San Jose Sharks x St. Louis Blues (ESPN)

MLB
20h30 - Houston Astros x Boston Red Sox (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 13 de maio, 15h.

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Os Lakers não vão trocar LeBron James... certo?

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

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Nada é tão cardíaco quanto uma prorrogação nos playoffs da NHL

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Pat Maroon abraça colegas de St. Louis Blues após a vitória no Jogo 7 contra o Dallas Stars
Pat Maroon abraça colegas de St. Louis Blues após a vitória no Jogo 7 contra o Dallas Stars Getty Images

Dallas Stars e St. Louis Blues se embrenharam em um épico de quatro horas para definir quem seria o primeiro finalista da Conferência Oeste dos playoffs da NHL. Era jogo 7 e o vencedor manteria suas chances de título. O perdedor podia arrumar as malas, ir ao aeroporto e sair de férias. No final, os Blues venceram por 2 a 1, com gol na segunda prorrogação. E nada pode ser mais cardíaco que a prorrogação de um jogo de mata-mata do hóquei no gelo.

Partidas de playoffs são, por definição, emocionantes. Confronto direto para definir o destino das duas equipes, um precisa superar o outro para seguir vivo. A NHL aproveita bem isso, até porque tem a fase de mata-mata mais imprevisível das grandes ligas americanas. Nesta temporada, por exemplo, os times de pior campanha passaram em cinco dos oito confrontos. Entre as vítimas esteve o Tampa Bay Lightning, equipe com mais vitórias em uma temporada regular na história da liga.

Mas a NHL é ainda mais especial quando o duelo chega ao tempo extra. Prorrogação na NBA, na MLB e na NFL também são emocionantes, mas são diferentes. Na NBA, os dois times desenvolvem um mini-jogo em que vão tentando ter melhor situação possível para o minuto final, quando o encontro é efetivamente decidido. Na MLB, um arremesso ruim pode definir a partida a qualquer momento, mas cada time tem seu momento de atacar e, se esse arremesso ruim for do time da casa, ele ainda terá uma oportunidade de se recuperar. Na NFL, é comum o time que perde o cara ou coroa sequer tocar na bola no prolongamento.

O hóquei no gelo é o caos. É um vaivém do disco, com jogadores patinando loucamente de um lado para o outro. Os turnos ofensivos não são tão demarcados como no beisebol e no futebol americano, e o tempo extra pode ser encerrado a qualquer momento, ao contrário do basquete. Na NHL, se sai um gol, fim de papo.

E esse gol pode realmente sair de formas aleatórias, desde uma articulada troca de passes até em uma finalização sem muito sentido que dá a sorte de passar em uma fresta de menos 5 centímetros entre o goleiro e a trave. Ou, como no caso de Blues e Stars, de um puck que bate na trave e na nuca do goleiro antes de se apresentar apetitoso ao atacante do St. Louis.

O único descanso para o coração do torcedor são os pedidos de tempo e o intervalo da TV. Fora isso, há uma sensação constante de que toda a campanha do time pode ser definida em cada ataque. Algo único do hóquei na prorrogação. E isso torna os playoffs da NHL ainda mais espetaculares e imperdíveis.

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Nada é tão cardíaco quanto uma prorrogação nos playoffs da NHL

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O mundo é de Kawhi Leonard, nós só estamos vivendo nele

Matheus Zucchetto
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[Programação] O NBB chega às semifinais com clássicos estaduais

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Mogi venceu Franca na fase de classificação
Mogi venceu Franca na fase de classificação Reprodução/Twitter

Duas camisas pesadas do basquete paulista de um lado, duas camisas pesadas do esporte brasileiro do outro. O NBB chega às semifinais com dois confrontos regionais: Franca x Mogi, duas das torcidas mais fanáticas do basquete nacional, e Flamengo x Botafogo, clássico carioca em tudo quando é modalidade. Serão dois confrontos de muita rivalidade, e você poderá ver cada detalhe do duelo paulista nos canais ESPN.

Nos próximos dias serão três confrontos garantidos: sábado, quarta e sexta. Todas as séries são melhor-de-cinco e, se a quarta e a quinta partida forem necessárias, serão programadas para a semana que vem.

Mas o clima de decisão segue em outras ligas. A NBA com as semifinais de conferência e a NHL com a reta final das semifinais e o início das finais de conferência. Já a turma do beisebol poderá conferir uma rodada dupla no domingo, inclusive com um jogo em Monterrey (México), e várias das equipes que ocupam a liderança de suas divisões neste início de temporada.

Confira a programação completa de esportes americanos dos canais ESPN.

SÁBADO, 4 DE MAIO

NBA (playoffs)
21h30 - Golden State Warriors x Houston Rockets (ESPN)

NBB (playoffs)
13h50 - Mogi 77 x 85 Franca (ESPN)

NHL (playoffs)
20h15 - Columbus Blue Jackets x Boston Bruins (ESPN 2)

DOMINGO, 5 DE MAIO

NHL (playoffs)
16h - St. Louis Blues x Dallas Stars (WatchESPN)

MLB
17h - Houston Astros x Los Angeles Angels (WatchESPN)
20h - St. Louis Cardinals x Chicago Cubs (ESPN)

SEGUNDA, 6 DE MAIO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NHL (playoffs)
20h - Boston Bruins x Columbus Blue Jackets (ESPN)

MLB
21h - Philadelphia Phillies x St. Louis Cardinals (ESPN 2)

TERÇA, 7 DE MAIO

NBA (playoffs)
23h - Portland Trail Blazers x Denver Nuggets (ESPN)

NHL (playoffs)
21h - Dallas Stars x St. Louis Blues (ESPN 2)

MLB
20h - Arizona Diamondbacks x Tampa Bay Rays (WatchESPN)

QUARTA, 8 DE MAIO

NBA (playoffs)
21h - Boston Celtics x Milwaukee Bucks (ESPN)

NBB (playoffs)
18h50 - Franca x Mogi (ESPN)

NHL (playoffs)
20h - Jogo não definido (ESPN 2)

MLB
19h30 - Seattle Mariners x New York Yankees (ESPN Extra)

Basquete internacional (amistoso)
20h - China x New York Liberty (WatchESPN)

QUINTA, 9 DE MAIO

NBA (playoffs)
21h - Jogo não definido (ESPN)

LBF
19h - LSB x Uninassau (ESPN Extra)

SEXTA, 9 DE MAIO

18h50 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (playoffs)
22h - Golden State Warriors x Houston Rockets (ESPN)

NBB (playoffs)
19h50 - Franca x Mogi (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Tampa Bay Rays (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 9 de maio, 15h.

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